
quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
já só faltam 2 dias

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
objectivo: Monica Bellucci

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
super mãe

A minha mãe é uma super mulher.
Faz magia com as mãos e consegue fazer o tempo parar (em vez de voar). Isto porque consegue fazer sempre tudo, a horas e com uma total delicadeza e perfeição que só ela sabe.
Sempre foi uma mulher de muito trabalho. É a pessoa mais prática que conheço e nunca se queixa de nada.
Quando tinha 21 anos começou a namorar com o meu pai. Um namoro que durou cerca de 1 ano e meio. Ao fim deste tempo, e enquanto namoravam, faleceu a minha avó. O meu pai, na altura com 22 anos, ficou sozinho em casa, entregue ao pai e a um irmão mais velho. Como se sentiam um pouco “abandonados” e precisando da presença de uma mulher naquela casa, o meu pai pediu a minha mãe em casamento e pediu para ela vir morar lá para casa (que é a casa onde hoje ainda vivo – a casa dos meus avós). A minha mãe aceitou ajudá-los e casou, não só pelo amor que sentia pelo meu pai (e que ainda sente) mas também para os ajudar.
Foi viver para uma aldeia um pouco pior do que aquela em que vivia. Aos poucos começou a trabalhar no campo ajudando-os na agricultura, nós só ficando à frente dos bois (literalmente) como semeando batatas e todos os outros trabalhos de lavoura. Além disso, ainda tinha a casa para tratar e eu, que nasci 1 ano depois do casamento.
Já trabalhou num café, já trabalhou a dias, já trabalhou numa escola e agora é cozinheira. Tudo para nos dar uma vida melhor, um futuro promissor. E conseguiu.
Não tem as mãos macias nem as unhas pintadas. Tem calos e mãos de quem trabalha muito. Às vezes até fico surpresa com a capacidade de trabalho que existe dentro dela.
Por isso, dedico-lhe este dia. Não é dia da mãe, não faz anos, nada disso! Apenas porque hoje me apeteceu falar dela, da minha Super Mãe!
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
o drama dos filhos...ou não!
Imagem daquiSe há coisa que eu detesto e sempre detestei são aquelas pessoas que se queixam de tudo…e de nada. Simplesmente passam a vida a queixar-se. E estou a falar da tété mokotó!
Então a tété mokotó acha que eu, que não tenho filhos (sim, ela faz questão de mo dizer sempre que se queixa da falta de tempo), não sei o que é não ter tempo para nada. Sim, porque esta pessoa que não tem assim uma vida profissional tão atribulada quanto isso, sobe as paredes sempre que o chefe lhe apresenta um novo desafio, clama gritos de histérica quando a filha tem febre, mas a história de hoje é outra. A professora da filha (que anda no 2ºano) mandou-a fazer, com a ajuda dos pais, um pequeno trabalho sobre a Lituânia. Oh meu Deus, o que a professora havia de ter feito? Porque agora como é que vai ser? E eu não tenho tempo para nada!
Eu: oh Tété Mokotó, mas não me digas que não tens 30 minutos para passar ao lado da tua filha a fazer o trabalho?
Ela: tu não sabes, não tens filhos.
Eu: tens PC em casa? Ok. E internet? Ok, tens tudo. Então qual o problema?
Ela: tu não percebes o stress que é ter um filho. É que tenho de chegar a casa e limpar o que ficou sujo do aniversário dela (que foi no sábado, note-se) e tenho de a ir buscar (a escola fica a 10 minutos do trabalho, bem como a casa) e tenho de fazer jantar (o marido até está a viajar, não me digam que é assim tão difícil fazer jantar para ela e uma criança).
Eu: para mim, fazer um trabalho assim com um filho, até me dava prazer. E era capaz de nesse dia até fazer qualquer coisa rápida, só para ter o prazer de o ajudar (mas isto sou eu, que nunca tive filhos).
Ela: já percebi que contigo não dá para falar, porque tu não tens filhos!
E ficou amuada, sem eu perceber muito bem o porquê. E anda stressada só porque uma professora pediu um trabalho de casa extra…
Para este género de pessoas não pode haver extras. Nunca. Ou todo o seu mundinho simples e pacato se desmorona.
OK! Já todos percebemos que não tenho filhos, mas por acaso isso é algum drama???
Respondam-me aquelas que os têm…e já agora também as que não têm!
palavras que nunca direi...ou direi?

brevemente uma surpresa...
Tenho muitas vezes saudades da minha amiga que foi para os Estados Unidos. Lembro-me dela de manhã, na hora do lanchinho, lembro-me dela ao almoço, quando íamos comer o nosso prato de dieta, lembro-me dela ao lanche, quando bebíamos o nosso chá de cavalinha e…lembro-me dela muitas vezes.
Ela vem a Portugal no final deste mês, e eu estou ansiosa para lhe dar um grande abraço e fazer-lhe mil e uma perguntas sobre tudo. Quero saber como é viver assim tão distante. Quero ouvi-la falar dos usos e costumes de Savannah. Quero saber como é a alimentação, o infantário, a vizinhança, os carros! Vou viajar por algumas horas e deixar-me levar por um mundo de fantasia em que não vivo…mas gostava.
Penso que o mais difícil será as saudades da nossa família. E isso só se ultrapassa com conversas, msn e outras funcionalidades da internet que permitem reduzir a distância que nos separa.
Mas agora que ela vem a Portugal, já pode visitar toda a sua família.
E depois, quando chegar o dia, parte outra vez para a casa dos Estados Unidos. Sim, porque eu sei que ela vive numa casa linda, branca e de madeira, com jardim e churrasqueira atrás. E muito espaço para o menino brincar. E sei que ela continua a fazer receitas maravilhosas com a ajuda da Bimby e a passear ao fim-de-semana com a família.
Amiga, apesar de longe estás sempre muito perto…perto no meu pensamento e no meu coração.
Cá te esperamos.
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
ensinar a viver

- de amar
- do escuro
- de sonhar
- de viver
- de perder um trabalho
Mas tenho medo de:
- perder um amor
- filmes de terror
- não ser capaz de sonhar
- morrer
- não ter dinheiro para viver
Tudo na vida nos ensina alguma coisa. Ao longo dos anos vamos aprendendo e vamos ensinando. Eu acho que aprendo mais do que aquilo que ensino, porque sou um poço de curiosidade.
Ainda era bastante pequena e a minha professora primária queixava-se à minha mãe que eu estava sempre a perguntar tudo. Na catequese (e segundo o que conta a minha catequista sempre que me encontra), perguntava em todas as aulas os nomes de todos os santos que estavam expostos. Sempre os mesmos…provavelmente não os conseguia decorar, ou então gostava que ela me explicasse sempre, daquela forma tão doce que a caracteriza ainda hoje. Na faculdade acho que já não era assim, raramente perguntava. Limitava-me sim a ouvir as perguntas dos outros e ouvia Atenciosamente a explicação do professor.
Por isso acho que devemos a nossa inteligência e felicidade à curiosidade que suscitamos num ou outro momento.
Eu não sabia fazer “bainhas” na máquina de costura, mas devido à minha curiosidade, pedi à minha tia que me ensinasse.
Eu não sabia fazer quase nada na cozinha, mas devido à minha curiosidade, sou leitora assídua de blogues de culinária.
Eu sabia o que era dar amor a uma criança (apesar de não ter filhos), mas dou-o aos meus primos. Mas não sabia o que era ver um sorriso de uma criança do IPO, principalmente quando fui eu que o provoquei.
Eu não sabia o que era viver todos os dias com o nosso mais que tudo, até que experimentei e estou a adorar.
Eu não sabia ler mapas, usar uma bússola, até que ele me levou para as Corridas de Aventura e agora não me perco.
Tudo na vida tem de ser aprendido, para depois ser ensinado.
E se há momento que gosto na vida é aquele em que aprendo mais qualquer coisa.
um segunda-feira como se quer
objectos de desejo...
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Sexta-feira 13

13 Cupcakes de chocolate
1 chávena de açucar
100 g de manteiga
½ chávena de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento
½ chávena de chocolate em pó
200 g de iogurte natural (eu coloquei um iogurte normal, que tem 175g)
Mel a gosto
½ colher de chá de essência de baunilha
1 pitada de sal
1) pré aquecer o forno a 200º
2) numa tigela bater a manteiga amolecida e o açúcar até ficar num creme. Acrescentar os ovos e mexer. Acrescentar todos os restantes ingredientes e apenas mexer no fim.
3) Untar uma forma para 13 bolinhos ou se usar formas de papel encher até 2/3 da capacidade (atenção que os bolinhos crescem bastante)
4) Colocar no forno durante 20 a 30 minutos até dourar
quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
um dia como outros tantos
Hoje, que é um dia igual a muitos outros, que chove e faz frio e há muito vento, queria deixar aqui a mensagem que temos de aproveitar cada minuto que passa na nossa vida.
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
e a minha vocação é...
Carreiras mais apropriadas

sábado, 7 de Novembro de 2009
Bolo de maça e avelãs
Ingredientes:
- 3 ovos
- 2 chávenas de acuçar
- 1 chávena de cenoura ralada crua
- 1 chávena de maça ralada
- 2 chávenas de farinha com fermento
- 1 colher de chá de canela
- 1 chávena de avelã moída
- 1/2 chávena de azeite
sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
deixo-vos com esta frase
"E no meio de um inverno eu finalmente aprendi que havia dentro de mim um verão invencível."
Albert Camus
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
algumas ideias




quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
o som da viagem
Os meus pais nunca foram pessoas de viajar. Nunca tiveram oportunidade e a vida deles nunca os ensinou a procurar na viagem um modo de sair da rotina.
No entanto, nunca passaram ao lado de si próprios, e encontram a felicidade num passeio de domingo a dois (mesmo que seja tomar apenas um cafezinho ao café lá da terra). Apesar de às vezes estar sempre a dizer-lhes que deviam de sair mais, não os condeno, porque basta olhar para os seus olhos e perceber que são felizes assim. Nunca foram a Lisboa, e não têm vontade. Acho que o mais longe que foram foi a Espanha (Vigo), há muito anos atrás, quando os autocarros se enchiam de pessoas rumo ao bacalhau e aos caramelos.
Já eu adoro viajar (vá-se lá descobrir de onde vem o gene), e aproveito sempre cada dia das férias para descobrir um lugar novo. Acredito que se ganha muito na viagem, que se aprende e se ensina muita coisa. Que preenchemos a nossa mente com sítios fantásticos e experiências novas.
Mas, o que dizer de pessoas como os meus pais que não gostam muito de viajar? São menos que nós (os que gostamos) ou são mais, porque conseguem encontrar paz de espírito e harmonia em pequenos gestos diários? Nem menos nem mais. Apenas diferentes. Porque feliz é aquele que encontra felicidade em pequenos momentos.











